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Iniciação Científica na PUCPR: saiba porque ela é tão valiosa

05 set 2017

Conviver com pesquisadores e estudantes de mestrado, doutorado e pós-doutorado, ter envolvimento direto em atividades de pesquisa e apresentar seus resultados em eventos científicos nacionais e internacionais. Para muitos estudantes, isso é um sonho difícil de alcançar, afinal o Brasil não tem um histórico de grandes incentivos na pesquisa acadêmica. E é justamente por este motivo que o PIBIC da PUCPR se torna uma alternativa essencial para estudantes que querem seguir a carreira científica.

Conheça o PIBIC

Na PUCPR, a Iniciação Científica e Tecnológica é constituída por um conjunto de programas como PIBIC, PIBITI, PIBIC Jr., PIBIC|PIBITI Mobilidade Nacional, PIBIC|PIBITI International Mobility, PIBIC Master e PIBEP. São eles que permitem ao estudante atuar em projetos e grupos de pesquisa em diferentes áreas de conhecimento, em especial nas áreas estratégicas da PUCPR.

O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, ou PIBIC, é um deles. Na PUCPR, ele é financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), pela Fundação Araucária e pela própria universidade.

Despertar a vocação científica e incentivar novos talentos potenciais e estimular pesquisadores produtivos a envolverem estudantes de graduação na atividade científica, tecnológica ou artística-cultural são apenas alguns dos vários objetivos do PIBIC.

Que tal morar em Nova York?

Se respondeu sim para essa pergunta, talvez você encontre inspiração com o André Mendes da Silva, que cursou Engenharia de Controle e Automação e atualmente está fazendo doutorado em Ciências da Computação na New York University (NYU).

“Minha pesquisa é em aprendizado de máquinas, mais focada em sistemas de recomendação e modelagem preditiva. Meu interesse está em criar sistemas preditivos, que são capazes de aprender com banco de dados relativamente pequenos. Também procuro usar modelos e algoritmos que são possíveis de explicar e compreender”, conta o estudante.

Parece grego, né? O André vai tentar simplificar: “Meu foco é desenvolver um Netflix de pessoas, em que, em vez de recomendar filmes, ele recomende as melhores pessoas para a tarefa que você deseja”. Além do doutorado, ele criou uma empresa chamada DeepChoice, que atende outras três grandes empresas no Brasil e uma nos Estados Unidos.

Tudo isso começou lá no primeiro ano com o PIBIC

André começou a trabalhar com inteligência artificial no último ano do curso, quando fez uma aula com o professor Leandro Coelho. “A partir dessa aula, eu sabia que queria trabalhar nesse campo, mas precisava de uma pós-graduação na área. Como eu já tinha começado a fazer pesquisa desde o primeiro ano da universidade, por meio do PIBIC, me senti preparado para aplicar para o doutorado nos EUA, mesmo sem ter mestrado.

“A experiência tem sido fantástica…

… e muito desafiadora”, diz André. “Mesmo tendo uma boa base de pesquisa por consequência dos meus anos de PIBIC, eu ainda preciso me dedicar muito para produzir pesquisa de ponta em um nível internacional. O que me ajuda é o fato de que o meu laboratório e meu supervisor me dão todo o suporte e recursos que eu preciso. No próximo semestre por exemplo, estou indo para Shanghai na China, onde irei morar por 3 meses e desenvolver minha pesquisa com um dos professores que é referência no que eu faço.”

Conheça outras vantagens do PIBIC

Além de ampliar network dos estudantes, as bolsas de Iniciação Científica da PUCPR trazem ainda mais valor ao seu currículo, já que este é um programa valorizado por recrutadores de diversos segmentos.

Alunos que participam do PIBIC por dois anos têm 50% de desconto nos cursos de pós-graduação da PUCPR (especialização, mestrado e doutorado). Os melhores trabalhos do PIBIC também são premiados pela PUCPR com o pagamento de passagens, hospedagem e inscrição para participar de congressos científicos.